Atenção, médico pediatra
Me responde uma coisa rápida.

Você passou seis anos na faculdade e mais três na residência. Você consegue olhar uma criança por dez segundos e saber se é caso de observar em casa ou de internar.

Então por que é que, na hora de gravar um vídeo, você trava olhando pro celular sem saber o que falar?

Já imaginou se o seu Instagram trabalhasse pra você?

Se, em vez de agenda cheia de retorno e vazia de paciente novo, chegasse mensagem dizendo "doutor, eu acompanho seus vídeos desde a gravidez, quero que o senhor seja o pediatra do meu filho".

Se o seu perfil fosse aquele lugar onde a mãe de madrugada, com o filho febril no colo e o celular na mão, entra e pensa "é esse médico que eu quero pro meu filho".

Vamos ser sinceros: essa não é a primeira vez que você tenta.

Você já gravou vídeo explicando bronquiolite direitinho e deu 180 visualizações. Já postou foto do consultório novo. Já postou aquele card de "parabéns, dia das mães". Já pagou social media que entregou post bonito e nenhum paciente novo.

E o pior: você já viu perfil sem nenhuma formação na área, dando palpite errado sobre febre, com cem mil pessoas assistindo e comentando "ai que bom saber disso".

Se postar fosse o suficiente, a sua agenda já estaria cheia das famílias que você quer atender.

O que eu vou te mostrar nessa página é o seguinte: o problema nunca foi a sua criatividade nem o seu conhecimento. O problema é que você está criando conteúdo no escuro, falando do que você estudou, e não do que passa na cabeça do pai e da mãe às três da manhã.

Quando você tem esse mapa na mão, o conteúdo para de ser um parto. Vira execução.


Rafa Brito
Prazer, eu sou o Rafa Brito.@rafabri7o · mais de 1,4 milhão de seguidores no orgânico

Eu não sou médico. Eu nunca atendi uma criança na vida e não entendo nada de pediatria.

Mas eu vivo de uma coisa só: entender o que faz uma pessoa parar o dedo na tela. E é por isso que médico tem me procurado nos últimos anos.

Eu estava numa reunião de análise com uma profissional que tinha acabado de me mostrar o perfil dela.

Mais de trezentas publicações. Feed alinhado. Conteúdo correto, bem explicado, tudo com embasamento.

E cinco mil seguidores.

Ela olhou pra câmera e falou a frase que eu já tinha ouvido de dezenas de pessoas antes dela:

"Rafa, eu faço tudo que mandam fazer. Eu posto. Eu apareço. E não acontece nada."

E eu entendia ela, porque eu já tinha batido nessa mesma parede.

Eu venho do interior de Minas, filho de ex-doméstica e motorista. Fui o pior aluno da sala. Comecei a vender com oito anos de idade porque precisava.

Quando eu entrei na internet, eu fiz o que todo mundo faz: postei o que eu achava bonito, o que eu achava interessante, o que eu achava que as pessoas queriam ver.

Resultado: o mesmo dela. Esforço grande, retorno nenhum.

Até que caiu a ficha do que estava errado.

Eu estava criando conteúdo a partir da minha cabeça. E a minha cabeça não é a cabeça de quem me assiste.

Quem decide o que viraliza não é quem grava. É quem assiste.

Conteúdo que funciona não nasce de criatividade. Nasce de pesquisa.

Não é sobre inventar um assunto genial. É sobre descobrir a pergunta que já está na cabeça da pessoa, incomodando há meses, e ser o primeiro a responder de forma simples.

Quando você fala exatamente a dúvida que a pessoa tem, ela sente que você leu a mente dela. E quem lê a mente da mãe não precisa disputar paciente com ninguém. A família vem pela confiança.

Então eu comecei a caçar essas perguntas.

Primeiro no braço: lendo comentário, lendo direct, anotando num caderno tudo que as pessoas perguntavam. Funcionava, mas era lento demais.

Depois eu testei ferramenta de busca, mapa mental de assuntos, pesquisa dentro do próprio Instagram. Melhorou.

E por último eu entendi que o levantamento tinha que ser feito por público, não por tema. Porque a dúvida da mãe de primeira viagem, que entra em pânico com 37,8 e não sabe se é febre, não tem NADA a ver com a dúvida da mãe que já passou por três otites, já tem receita antiga guardada na gaveta e quer saber se pode repetir.

Foi aí que começou a funcionar de verdade. Meus vídeos passaram a ser entregues, o perfil cresceu, e hoje eu tenho mais de 1,4 milhão de pessoas me acompanhando, tudo no orgânico.

O jogo está armado contra você desde a faculdade.

E aí eu percebi uma coisa sobre a sua área que me deixou revoltado.

Você foi treinado pra falar com outro médico. Prontuário, artigo, apresentação de caso, linguagem técnica, cautela em cada frase. Tudo que te faz ser excelente dentro do consultório.

E aí você chega no Instagram e descobre duas coisas de uma vez: o jeito que te ensinaram a falar é incompreensível pra quem é leigo, e o pouco que sobraria pra mostrar, resultado de paciente, antes e depois, caso clínico com nome, é justamente o que o seu conselho restringe. E com razão.

Então você fica sem chão. Não pode mostrar paciente, não pode prometer nada, não pode sensacionalizar, e o que sobra é card de data comemorativa e foto do consultório.

E enquanto você fica parado por responsabilidade, quem não tem responsabilidade nenhuma ocupa o espaço inteiro.

E tem uma mentira que te contaram e que te atrasou anos:

A grande mentira"Bom médico não precisa se divulgar. O paciente vem pela indicação."

Mentira, e por três motivos.

Primeiro, porque a indicação continua existindo, só que ela mudou de endereço: hoje a mãe pede indicação no grupo de WhatsApp do condomínio e, antes de marcar, ela digita o seu nome no Instagram. Se não tiver nada ali, ela marca com quem tem.

Segundo, porque a indicação é lenta. Ela depende de você já ter atendido a família. Conteúdo chega em quem nunca te viu.

E terceiro, o mais importante: enquanto você espera a indicação chegar, a mãe de madrugada, com o filho quente no colo, está procurando resposta no Google e no grupo de mães. Alguém vai responder essa pergunta pra ela. A única dúvida é se vai ser um médico ou não.

E o verdadeiro culpado não é você.

É a desinformação. É o grupo de mães, onde dez mulheres dão dez opiniões diferentes sobre a mesma febre. É o site que diz uma coisa e o vídeo que diz o contrário. É a vizinha que manda dar remédio do filho dela. É a avó que jura que criança não pode tomar banho com febre.

Olha o que o próprio levantamento mostra sobre o seu público: entre as maiores dores dos pais estão receber opinião demais da família e dos grupos de mães, e achar informação contraditória na internet. Isso não é suposição minha. É o que eles sentem.

Essa é a dor. E você é a resposta. Só que, do jeito que está, você está calado e a desinformação está com o microfone.

Quando eu comecei a aplicar esse raciocínio com os profissionais que me procuravam, a virada foi rápida.

A profissional daquela reunião? Dez meses depois, saiu de cinco mil pra mais de noventa mil seguidores.

E não foi só ela.

A Jéssica é médica pediatra, exatamente como você. Ela tinha 1.740 seguidores. Hoje tem mais de 146 mil pessoas acompanhando ela falar de saúde de criança.

Jéssica RezendeMédica pediatra@jessicarezende.med
1,7 mil→146 mil
seguidores

E tem mais pediatra na lista:

Lisandra RodriguezPediatra, autismo e TDAH@dra.lisandrarodriguez
7,8 mil→56 mil
seguidores
Paula BrandãoMédica pediatra@pediatria.real
240→15 mil
seguidores

Eu acompanhei advogada previdenciarista sair de 2.200 pra 202 mil seguidores. Advogado de direito imobiliário sair de 3 mil pra 355 mil. Advogada de dívida bancária sair de 5 mil pra mais de 90 mil.

Repara numa coisa: são áreas técnicas, áridas, dessas que todo mundo jura que não interessam a ninguém. E todas cresceram.

Agora pensa no seu caso. Saúde de criança é um dos assuntos mais buscados da internet brasileira, porque é o único em que a pessoa não está pesquisando pra ela, está pesquisando pro filho. O medo é maior, a urgência é maior, e a disposição de assistir até o fim é maior.

O problema não é falta de público. É que o público está lá, procurando resposta, e encontrando qualquer um menos você.

E aconteceu uma coisa que eu não esperava quando comecei a fazer esse levantamento por público.

Eu descobri que o mapa não serve só pra gravar vídeo.

Serve pra sua consulta, porque você já sabe o medo que o pai traz antes dele conseguir formular a pergunta. Serve pra quem responde o direct e a mensagem da secretária. Serve pra escrever o texto do seu site, da sua bio e até do material que você entrega pra família.

E serve pra uma coisa que vale mais que tudo isso: quando o seu conteúdo responde a dúvida certa, você não atrai só paciente novo. Você atrai a família que chega na consulta mais tranquila, que já entendeu que febre é sinal e não doença, que já sabe anotar horário de remédio e que questiona menos a sua conduta. É o mesmo esforço de postagem trazendo outro tipo de paciente.

Foi por isso que eu criei o Diagnóstico de Público: Médico Pediatra.

É um documento que mostra, preto no branco, o que passa na cabeça do pai e da mãe de criança pequena sobre saúde, remédio, sintoma e cuidado do dia a dia. As dores, as dúvidas e os desejos, separados por etapa, e os assuntos organizados em territórios, prontos pra virar pauta.

Não é teoria de marketing. É o mapa da cabeça de quem senta na sua frente.

Pra chegar nesse documento, eu levei anos entendendo o que faz conteúdo ser entregue, e meses levantando e organizando esse diagnóstico especificamente pro público de pais e mães de criança pequena. Pergunta por pergunta, dor por dor, separando o que é dúvida de quem está com o filho doente agora e nunca procurou orientação do que é angústia de quem já tem pediatra e quer mais segurança na rotina.

E o que isso faz com a sua semana é simples: acaba com a página em branco.

Você não senta mais pra pensar "o que eu posto hoje?". Você abre o documento, escolhe a pergunta, grava e posta.

O que antes era uma hora travada tentando ter ideia vira cinco minutos escolhendo uma linha de uma lista.

Deixa eu te mostrar exatamente o que você recebe:

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Dores, Dúvidas e Desejos por etapa

De um lado, o pai ou a mãe de criança pequena que está com dúvida e preocupação e ainda não procurou orientação: medo de errar a dose do remédio, pânico quando o filho tem febre de madrugada, não saber se é caso de pronto-socorro, excesso de opinião da família e dos grupos de mães, informação contraditória na internet, culpa quando o filho adoece, medo de ser julgada como mãe e o cansaço de ser a única que decide tudo. Do outro, quem já leva o filho ao pediatra ou já passou por um susto e quer mais segurança na rotina: filho que adoece toda hora, confusão com várias receitas e horários, insegurança pra questionar o médico, vergonha de perguntar o que parece bobagem, medo de usar antibiótico demais e o esgotamento da rotina de cuidado. São dois públicos diferentes, com conteúdo diferente, e quase todo médico fala com os dois ao mesmo tempo e não conecta com nenhum.

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75 dúvidas reais, numeradas

Da mãe que pergunta "qual temperatura é considerada febre em criança?" até a que pergunta "como evitar que meu filho adoeça tanto?". Cada uma dessas perguntas é um vídeo seu. São 75 vídeos de pauta na sua mão.

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Território Dúvidas

Todas as perguntas organizadas e marcadas por etapa, pra você saber se aquele vídeo serve pra atrair família nova ou pra fidelizar quem já está no seu consultório.

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Território Técnicas

Dez temas que a família precisa ver você dominando: medir temperatura do jeito certo, reconhecer sinais de alerta, cuidar da febre em casa, lavar o nariz, evitar desidratação, organizar os horários dos remédios, dar remédio pra criança que recusa, montar rotina de sono, conduzir a introdução alimentar e preparar a família pra consulta. Esse último é conteúdo de ouro, porque melhora a sua própria consulta.

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Território Ferramentas

Seis itens que viram conteúdo salvável: termômetro digital, seringa ou copo dosador, soro fisiológico, caderneta de vacinação, caderno de sintomas e horários e a farmacinha de casa organizada com orientação do pediatra. Conteúdo de ferramenta é dos que mais salvam e compartilham, porque a mãe guarda pra usar na próxima vez.

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Território Mental

Dez dores do lado que quase nenhum médico posta e que é onde a confiança nasce: medo de errar a dose, culpa quando o filho adoece, pânico na febre da madrugada, comparação com outras mães, cobrança de ser a mãe perfeita, esgotamento, medo de o problema voltar, culpa por levar o filho pra creche, insegurança pra questionar o médico e a ansiedade a cada espirro. É aqui que ela decide que é com você.

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Território Estratégia

Cinco orientações que posicionam você como quem conduz com responsabilidade: febre é sinal, não doença. Orientação segura vale mais que dica de grupo de mães. Ter um plano pro susto antes dele acontecer. Dose e intervalo certos pesam mais que o remédio escolhido. E consulta de rotina previne mais susto que pronto-socorro.

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Território Prático

60 perguntas com resposta curta e direta, prontas pra virar carrossel e vídeo de resposta rápida: quanto tempo de febre justifica procurar atendimento, o que fazer na primeira hora, quando é sinal de alerta, como calcular horário, o que observar depois da vacina e o que não fazer em casa.

E repara no que isso significa na prática: entre as 75 dúvidas, os seis territórios e as 60 perguntas práticas, você sai dessa página com pauta suficiente pra postar todo dia durante meses sem repetir assunto e sem nunca mais abrir o Instagram sem saber o que falar.

Se você fosse levantar isso sozinho, teria que passar semanas anotando o que a mãe pergunta na consulta, lendo grupo de mães, lendo comentário, pesquisando o que as pessoas digitam no Google, e depois organizar tudo por etapa e por tipo de conteúdo.

Calcula quanto vale a sua hora de consulta e multiplica por esse tempo.

Agora deixa eu te perguntar uma coisa.

Se isso aqui fizesse a família chegar no seu consultório dizendo "doutor, eu acompanho o senhor há meses", valeria a pena?

Se isso tirasse uma mãe do grupo de WhatsApp e colocasse ela assistindo você explicar, valeria a pena?

Eu não vou cobrar o preço de uma consultoria. Não vou cobrar nem o preço de um curso.

Diagnóstico de Público
Médico Pediatra
12 x de
R$9,45*
Ou R$ 97,00 à vista
Acesso no seu e-mail na hora.
QUERO O DIAGNÓSTICO DO MEU PÚBLICO POR R$97
7dias

Garantia Pauta Cheia

E eu vou tirar o risco todo de você.

Você tem 7 dias. Abre o documento, lê as dores, lê as 75 dúvidas, passa pelos territórios. Se você não encontrar ali pelo menos 30 ideias de conteúdo que você ainda não tinha pensado, me pede o dinheiro de volta e pronto, sem precisar explicar nada.

Mas tem uma coisa que eu preciso te falar com honestidade.

Primeiro: R$97 é preço de teste. Eu estou medindo como esse material performa e esse valor pode subir a qualquer momento.

Segundo, e mais importante: cada pediatra que tiver esse mapa na mão é mais um respondendo essas perguntas antes de você. E aqui tem um detalhe que o seu nicho tem e os outros não: mãe de criança pequena escolhe pediatra por cidade e por bairro. Quem ocupa o assunto primeiro na sua região vira a referência daquela resposta ali.

Imagina daqui a seis meses.

Você entra no consultório e a mãe fala, antes de você perguntar qualquer coisa: "doutor, eu já fiz o que o senhor ensinou no vídeo da febre". Você não grava mais no escuro: já sabe qual pergunta responde na quarta e qual responde na sexta. E quando uma mãe da sua cidade estiver às três da manhã, com o filho quente no colo, digitando no celular o que fazer, o rosto que aparece explicando com calma é o seu.

Clica no botão abaixo agora, preenche seus dados e o acesso ao documento chega no seu e-mail na hora. Em cinco minutos você já está escolhendo o assunto do seu primeiro vídeo.

QUERO O DIAGNÓSTICO DO MEU PÚBLICO POR R$97Garantia Pauta Cheia de 7 dias

Pra quem já está entrando: assim que receber, abre direto no Território Mental. É de lá que sai o conteúdo que mais conecta, e é o que quase nenhum médico posta.

E olha, vou ser direto com você, do mesmo jeito que eu sou com os meus mentorados.

Não faz diferença nenhuma pra mim se você comprar isso ou não. Eu vou continuar trabalhando, as pessoas que eu acompanho vão continuar crescendo e o meu dia vai ser exatamente o mesmo.

Quem decide se vai continuar gravando no escuro ou não é você.

Resumindo o que você leva por R$97:

  1. Dores, dúvidas e desejos do seu público, separados por etapa
  2. 75 dúvidas reais numeradas, cada uma é um vídeo
  3. Seis territórios de assunto: Dúvidas, Técnicas, Ferramentas, Mental, Estratégia e Prático
  4. 60 perguntas práticas com resposta curta, prontas pra virar carrossel
  5. Garantia Pauta Cheia de 7 dias
QUERO O DIAGNÓSTICO DO MEU PÚBLICO POR R$97Acesso no seu e-mail na hora
Te vejo do outro lado,Rafa Brito
Rafa Brito · Diagnóstico de Público
Este material organiza assuntos de conteúdo. Não substitui conduta médica nem protocolo clínico.